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10 setembro, 2015

Dragões de Éter: Caçadores de Bruxas

 E lá vou eu tentar minha primeira resenha para o blog. ♥
 Com um dos livros que me encantou: Dragões de Éter, caçadores de bruxas.

Autor: Raphael Draccon.
Ano: 2010
Páginas: 440
Editora: LeYa Brasil.

Sinopse oficial:
 Nova Ether é um mundo protegido por poderosos avatares em forma de fadas-amazonas. Um dia, porém, cansadas das falhas dos seres racionais, algumas delas se voltam contra as antigas raças. E assim nasce a Era Antiga.
 Essa influência e esse temor sobre a humanidade só têm fim quando Primo Branford, o filho de um moleiro, reúne o que são hoje os heróis mais conhecidos do mundo e lidera a histórica e violenta Caçada de Bruxas.
 Primo Branford é hoje o Rei de Arzallum, e por 20 anos saboreia, satisfeito, a Paz. Nos últimos anos, entretanto, coisas estranhas começam a acontecer...
 Uma menina vê a própria avó ser devorada por um lobo marcado com magia negra. Dois irmãos comem estilhaços de vidro como se fossem passas silvestres e bebem água barrenta como se fosse suco, envolvidos pela magia escura de uma antiga bruxa canibal. O navio do mercenário mais sanguinário do mundo, o mesmo que acreditavam já estar morto e esquecido, retorna dos mares com um obscuro e ainda pior sucessor. E duas sociedades criminosas entram em guerra, dando início a uma intriga que irá mexer em profundos e tristes mistérios da família real.
E mudará o mundo.
 Bom, lá vamos nós:
 Antes de mais nada, gostaria de comentar que eu fiquei completamente encantada com o universo de Nova Ether, que foi"descoberto" por Raphael Draccon.
 Um universo criado por semideuses, onde tudo depende da sua forma de pensar e da sua fé. “Dragões” são o símbolo máximo da fantasia. “Éter” é a quinta-essência, o elemento presente em todo universo, o que nos liga ao sonho. Logo, o nome é uma metáfora referente a “uma fantasia que você alcança através dos seus sonhos”. Um mundo com Reis, Rainhas, trolls, anões guerreiros, fadas e fadas caídas que, ao passarem ensinamentos para humanas, as tornam bruxas.
  . Draccon brinca com vários contos de fadas que conhecemos desde absolutamente sempre, como a história de Chapeuzinho vermelho e João e Maria. Modificando e adaptando os personagens a esse novo conto, a história passa a ser arrepiante em alguns momentos, e extremamente tranquila e deliciosa em outros. Depois de ler o livro por completo, você não consegue mais manter a imagem do conto clássico, porque os personagens são realmente cativantes. O leitor também é apresentado a uma série de reinos e personagens novos, podendo ver como cada um deles vai evoluindo e amadurecendo.

 É dividido em três atos: Caçadores de lobos, Caçadores de fadas e Caçadores de bruxas.
 Não há um protagonista, cada capítulo fala de uma forma diferente, levando em conta ações e acontecimentos que se encaixam numa história completa e bem entrelaçada. A escrita do autor faz com a leitura acabe fluindo de forma natural e cativante, quebrando a quarta barreira e conversando diretamente com o leitor, sempre que possível.
 Uma série de referências estão presentes, misturando universos como o de Caverna do Dragão, com Final Fantasy, contos de fadas, itens de RPG... se você está a procura de um enredo de "Caça aos dragões" ou um medieval tradicional, acredite, você não encontrará em "Dragões de Éter"

Outras capas:



- ATENÇÃO! CONTÉM SPOILERS -
 Sobre algumas de minhas reações durante a leitura:
 Achei a história de Ariane Narin muito bem planejada, principalmente com relação ao Herói. O reencontro dos dois foi absurdamente lindo, sem muito grude e emocionante ao mesmo tempo.
 Morri de amores pelo príncipe Axel Branford, quero pra mim. Adorei a forma com que ele cativa a população e adorei mais ainda ver as reações do povo para com o príncipe. Além disso, é incrível ver toda a forma que ele e Maria Hanson vão se relacionando aos poucos, se cativando, se apaixonando. Se tornaram meus personagens favoritos, com toda certeza.
 Beanshee, a morte, está sempre presente na história de forma marcante. Sua forma de agir e toda a simbologia relacionada a ela é surpreendente. Todas as vezes em que a dama maltrapilha de vermelho aparece, meu coração fica apertado.
 Meu coração ficou dolorido com as mortes, com quase todas elas, principalmente com os últimos capítulos. Do fundo do coração, eu adorei quase todos os personagens. <3 nbsp="" p="">
- Fim dos Spoilers ♥-


Reis, caçadores, fadas, bruxas, monstros e muita magia!
Sempre fui totalmente louca por contos de fadas, e vê-los dessa forma nova, foi maravilhoso. Como já disse, um universo completamente incrível e eu recomendo a todos.

01 junho, 2015

#OBCDAY.

 E pela primeira vez, posso participar do OCB Day, weee.  Fico realmente animada em poder dizer que eu também faço parte dessa história.
 Agradeço do fundo do coração a June, por me apresentar a saga, junto ao Paulista e ao Jeff, que me deram infinitos detalhes. Um beijo especial para o Jeffrey -Papai Pato- Haiduk, por confiar em mim uma personagem que eu realmente amei. Não tenho palavras para dizer o quão animada fiquei com a lindíssima Ruby Tuesday.

 Já comentei uma vez aqui no Blog sobre o maravilhoso mundo OCB Saga e eu continuo recomendando a todos. Hoje comemoramos mais um ano de vida, completando 11 aninhos! ♥


Não deixe de conferir o especial OCB rolando na página de vários cosplayers! Além da declaração do pai Pato, Jeff, lá na página oficial do ocb.

02 outubro, 2014

OCB Saga.

 Vim contar um pouquinho sobre um mundo incrível, que estou muito feliz por fazer parte!




 OCB é a sigla para Omni Champion Battle, a saga que hoje pode ser chama de obra literária, mas nem sempre foi assim. Criado em 2004, o Projeto OCB foi se desenvolvendo aos pouquinhos para trazer a oportunidade de criar seus próprios personagens para interpretação e caracterização. Na época, o cosplay já fazia sucesso pelo Brasil, e além de fazer personagens baseados em obras já consagradas, sempre houveram aqueles que gostam dos cosplays originais, personagens próprios.

A partir da ideia de personagens originais/próprios, Jeffrey Haiduk deu início a uma campanha de criação de personagens, conversando com a galera do antigo forum do cosplay brasil. O projeto, que originalmente significava Original Cosplay Brasil, permitia que cada membro criasse o seu próprio personagem, livre para escolher todos os detalhes e, comparando com as fotos do criador, Jeffrey ia criando os personagens, únicos e feitos especialmente para cada um.

O projeto foi crescendo, crescendo, crescendo. Eis que em 03 de Setembro de 2011, o livro OCB saga finalmente foi lançado. Entretanto desta vez a sigla mudou de significação: passava a se chamar Omni Champion Battle.

Flores de sangue”, o primeiro livro da saga, a qual possivelmente terá seis livros (ou quantos mais a imaginação do autor puder permitir), já foi lançado vitorioso, visto que o mercado literário atual não está fácil ao redor do mundo, que dirá no Brasil, onde qualquer iniciativa privada encontra um milhão e meio de dificuldades até se realizar!

Já li o livro, me apaixonei perdidamente pelo mundo criado pelo Jeffrey, que é super talentoso. Quer ler a resenha do livro? Enquanto eu não faço uma resenha própria aqui para o blog, recomendo essa aqui, que é ótima.

Recomendo fortemente que todos passem a procurar um pouquinho mais sobre, dando uma olhadinha na página oficial do facebook  e também na wikia do ocb, ainda em construção.


A família ocb é incrível! São vários núcleos diferentes, com personagens super criativos e com centenas de estilos diferentes, cada um mais interessante que o outro.

Estou muuuito feliz em poder dizer que agora também faço parte dessa história.


Ganhei a personagem Ruby Tuesday, uma das dançarinas do Eskudeiro's bar. Agradeço infinitamente ao Jeff por me dar a oportunidade, deixei a Ruby totalmente a minha cara e a história dela está sendo construída aos pouquinhos. O cosplay? A caminho.


Sim, gente, eu serei uma garota de biquíni
... Com metralhadora! Assim que a personagem estiver em 100%, farei um post especial para ela, explicando tudinho sobre.

Repito: Super recomendo. Vale muito a pena procurar sobre a obra, entrar no mundo do ocb. Garanto que vão se apaixonar, da mesma forma que eu me apaixonei. ♥

25 dezembro, 2013

#O5 - Desafio 30 dias de cosplay.

Esse vai pra lista do ~gostaria de fazer~
Já que não tenho nenhum cosplay do tema e tals.

Dia 5 - Cosplay de série ou filme.
Lyanna Stark & Violet Baudelaire.

Ainda não fiz nenhum dos dois, mas não falta vontade, de verdade.

Lyanna Stark, da série Game of Thrones. É minha série favorita, sou apaixonada pelos livros, etc, etc, nem preciso comentar o quanto gosto. 
Eu a faria porque, primeiro, eu me identifico muito com os Staks. Não pelo modismo de mimimi, Staks hipsters, mas porque a família é sempre valorizada, honrada, a coisa mais importante que tem.

Mesmo vendo que ela foi morta antes da história principal começar, eu gosto de procurar sobre ela, ou fiquei animada em cada capitulo em que o Ned ou o Robert comentaram sobre ela. Julgo-a como uma mulher corajosa, mas levemente rebelde, já que Ned chega a dizer a Arya que são bem parecidas, tanto em aparência como na personalidade.

De verdade, ela é uma personagem que me encanta, e já participei de uma série de discussões frenéticas relacionadas a ela e ao andar do enredo principal. Ah, não consigo gostar dela com o Rhaegar, não rola, não fica bem. q

Faria com toda certeza! Dai vem o problema.... Os Starks são nortenhos, acostumados com o frio, com tecidos quentes, peles, muita roupa. Como usar isso no Brasil? Não quero morrer cedo, obrigada.
Além disso, gostaria de montar um grupinho de A Song of Ice and Fire, talvez algum dia o projeto saia do papel, né...

Já falando em filmes... Eu tenho super vontade de fazer a Violet Baudelaire. É, do filme antigo Desventuras em série/A Series of Unfortunate Events. 

Ah, ela é tão.... maravilhosa! Inteligente, esforçada, corajosa. Sério, eu gosto de mais desse filme e adoro a personagem. Acho incrível ver como ela consegue imaginar e construir coisas surpreendentes modificando itens encontrados. 
É interessante ver a forma com a qual ela e os irmãos lidam com as situações mais diferentes e bizarras. Fora que ela tem um estilo de se vestir tão sombrio e ao mesmo tempo... lindo. 

Tenho mesmo vontade de faze-la, mas muito provavelmente nem farei, por mil motivos diferentes, mimimi.

02 setembro, 2013

Bienal do Livro.


Cheguei a comentar com algumas pessoas, mas esqueci de escrever por aqui sobre isso, oi. No último sábado, dia 31/08, fui a bienal do livro (Rio de Janeiro, Riocentro).
Foi um dia super interessante, mas realmente cansativo. Primeiro, o Riocentro é longe, longe de tudo. Não sou eu que moro longe de lá, o lugar que é afastado mesmo. Pelo menos ao meu ver é isso, cofcof. Tive que ir para o centro da cidade e de lá pegar outro ônibus, sendo que demorei mais de uma hora e meia pra chegar do centro até o Riocentro. Já cheguei meio que se saco cheio, andei pouca coisa e... fila.

Sério, eu poderia resumir a bienal inteira com uma palavra: Fila.
Pode parecer exagero, mas não é. Assim que cheguei tive que entrar numa fila, que era o pessoal "em espera" para poder entrar em outra fila e só assim comprar o ingresso (Nota: R$14,00 inteira - R$7,00 estudante/menor de 21.) Depois de toda uma quest pra conseguir entrar no primeiro pavilhão, encontrei tudo absurdamente lotado. A bienal desse ano rolou em três pavilhões (gigantescos, por sinal): Laranja, azul e verde.

Quando cheguei, logo no laranja, não achei nada muito interessante. Estandes com temática infantil, etc, etc, fui direto pro azul, que era o segundo. Lá estavam os estandes de editoras super famosas, como a Rocco, Leya, Intríseca, entre outras. O estande da Galera Record, que era nesse mesmo pavilhão, estava lotaaadooo de coisas sobre Assassin's Creed! Além de muitos livros, um Connor gigante, super maravilhoso . ♥
( Foi difícil tirar foto dele, mil pessoas pulando na frente, arg. )

Ah, também encontrei os estandes da editora Senac, Saraiva e Submarino, todos que estava muito curiosa para ir. Me surpreendi vendo que a saraiva não colocou absolutamente nenhuma promoção. Preço tabelado, mesma coisa do site. Submarino, outra decepção, estande minúsculo e muito sem graça, era basicamente uma parede com meia dúzia de livrinhos, também sem promoção nenhuma.
Já os estandes de editoras começaram com promoções, como o da Rocco, onde todos os livros estavam com 20% de desconto. Também achei promoções no estande da LeYa, onde eles colocaram um trono de ferro lindão. *-*

Infelizmente, não aproveitei muito os estandes de editoras, porque a fila para entrar e poder ver melhor estava bizarra. Os poucos que consegui entrar estavam apertados e super lotados, logo desistia. Fui com a intensão de comprar livros relacionados a designer, moda, história e política. Pode parecer meio ~metida a cult~ mas eu adoro livros desses temas e me interesso em aprender mais sobre um pouquinho de cada.
Achei um parte gigantesca na Saraiva sobre política, filosofia e história e fiquei muito interessada em alguns livros. Mas, como falei ali encima, o preço não estava nada bom, e eu não ia pagar R$90,00 num livro que consigo arrumar no buscapé por um preço bem menor, francamente. Além disso, o estande da Saraiva estava bagunçado, mal-organizado, uma zona. Pessoas espremidas para todos os lados e lutando para descobrir o preço dos livros nas pequenas máquinas, já que eles não deixaram os preços direto nos livros.

Quase estava prestes a desistir da saraiva, achei o livro "Utopia", de Thomas Morus. Coleção Saraiva de bolso, ótimo pra carregar no metrô de todo dia. ♥
Continuando a rodar pela bienal, já fui desistindo e ficando deprimida. Ia terminar o dia só com um livro, não achei mais nada interessante ou com um preço legal. ( Ahh, o fofíssimo do Toulouse comprou para mim o primeiro livro do Maze Runner, que estou procurando a meses e nunca encontro em lugar nenhum. *-*)

Depois de muito tempo, achei o estande da Top Livros. Achei meio sem graça, nunca ouvi falar. Até notar uma placa gigantesca escrito "Todos os livros por R$10,00". Dei uma olhada de leve, só pra ver se algo interessava. Notei livros de auto-ajuda e biografias de pessoas super desconhecidas. E ai achei livros de jornalismo, história, política, economia, designer, artes plásticas, religião, TUDO! Sai de lá com um livro de história do Brasil ( Preço original, R$97,00), um de jornalismo (R$63,00) e um pequeno de história geral. Paguei R$10,00 nos dois primeiro e R$5,50 no outro. Puta economia, pode falar.

O estande não faz tanto sucesso porque algumas pessoas tentam ir só para comprar livros de ficção, universos paralelos, romances mega melosos ou algo do tipo. Mas se você procura, como eu, livros com temáticas desse tipo, não deixe de passar no estande da Top Livros. É só ter um pouquinho de paciência e procurar bem.

Rodei mais um pouquinho só pra ter certeza de que vi tudo, dai fui embora. Como disse, o Riocentro é afastado de tudo, então demorei muito pra chegar em casa.
Dica importante para aqueles que pretendem ir a Bienal: Cuidados com os finais de semana. O lugar fica ultra lotado e tudo é mais complicado, sério. Tente ir cedo, num dia de semana, creio eu que é bem mais tranquilo. 

Vocês lembram que eu reclamei do acúmulo de livros? Poois bem, adicionarei alguns a lista!

- Utopia, por Thomas Morus.
- Maze Runners (Correr ou Morrer), por James Dashner.
- Os melhores jornais do mundo, por Matías M. Molina.
- O Novo Brasil, por Luiz Fernando Levy.
- No tempo das Reformas, por Renato Mocellin.

Fiquei tãaao feliz com os livros novos, own. ♥

16 agosto, 2013

The rains of Castamere.

Atenção: O post contem Spoiler da série de livros "A song of Ice and Fire"/"As crônicas de gelo e fogo", assim como também contem spoilers da mini-série "Game of Thrones"/"Guerra dos Tronos". 


Quem me conhece sabe que sou viciadinha em Game of Thrones. Confesso, ainda não terminei os livros por falta de tempo, mas estou caminhando e lendo-os aos poucos, cofcof. 
Venho, então, fazer um post sobre uma das músicas dos livros/da série, a minha favorita: The rains os Castamere. 

Para quem quer ouvir enquanto lê o resto do post:


A letra, no idioma original:
And who are you, the proud lord said,

That I must bow so low?

Only a cat of a different coat,
That’s all the truth I know.
In a coat of gold or a coat of red,
A lion still has claws,
And mine are long and sharp, my lord,
As long and sharp as yours.
And so he spoke, and so he spoke,
That lord of castamere,
But now the rains weep o’er his hall,
With no one there to hear.
Yes now the rains weep o’er his hall,
And not a soul to hear.

Agora traduzindo, porque a letra é realmente importante. "As chuvas de Castamere." :

E quem é você, disse o orgulhoso senhor,
Pra que eu deva me curvar tanto?
Só um gato com um manto diferente,
Essa é toda a verdade que eu sei.
Num manto de ouro ou num manto vermelho,
Um leão ainda tem garras,
E as minhas são longas e afiadas, senhor,
Tão longas e afiadas como as suas.
E assim falou, e assim falou,
O senhor de Castamere,
Mas agora a chuva chora no seu salão,
E ninguém está lá para ouvir.
Sim, agora a chuva chora no seu salão,
E nenhuma alma está lá para ouvir.


 A música começou a ser conhecida de uns tempos pra cá por ser anuncio de catástrofe. Principalmente pela cena do casamento vermelho, que acontece na terceira temporada. Evitarei entrar em detalhes porque ai já fica um spoiler meio tenso, cofcof.

 Ah, para aqueles que acompanham a série, além da cena que comentei aqui encima, ainda comentaram sobre a música durante uma conversa entre a Cersei e a Margaery, onde a poderosa rainha explica o porquê da musica, a história em si dela. Sinto muito, mas só achei o video em inglês.


  Em épocas medievais, as músicas eram escritas -pelo menos a grande maioria- por bardos andarilhos, que contavam a história e tocavam a melodia por onde passavam. A música "The rains of Castamere" não é diferente, a letra conta a história do massacre de Lorde Tywin Lannister sobre a rebelde Casa Reyne de Castamere, que resultou a destruição completa da casa.
 Feita para demonstrar o quão grande a família Lannister é, já que a casa Reyne era a segunda mais rica casa dos sete reinos. No vídeo, Cersei explica a Margaery, da casa Tyrell, que atualmente ocupa o lugar de "segunda casa mais rica". Chega a ser engraçado ver a reação dela, er. q

 Para finalizar um postzin sobre a minha música preferida de Game of Thrones, algumas versões que encontrei pelo youtube, nhya. ♥

Bronn e alguns guardas, cantando antes da batalha. Cena da série. ~

Música apenas na arpa, pelas Harp Twins.

Versão acústica, sem vocal, feita por fan.

Rock/Metal, adorei. HSUIAUISHUAHSHA


Além desses vídeos, pelo youtube é fácil encontrar infinitos covers e versões modificadas.
 A música, apesar de triste e me lembrar coisas horríveis, é muito legal, continua sendo a minha favorita. Recomendo fortemente. ♥

01 junho, 2013

Acúmulo de livros.

 Quem me segue no twitter ou recebe minhas atualizações do facebook deve notar que eu sempre reclamo de gastar com livros, mas que mesmo assim eu vivo comprando mil coisas novas. :l HUSHUIAHISHUIA
 Me explicando: Meu problema não é gastar com livros, porque acho que vale a penas compra-los. Mas eu mal arrumo tempo para ler, então eu acabo acumulando vários e não termino de ler nenhum \o/
 No momento estou com uma fila gigantesca de livros que comprei ou pedi emprestado, sendo que nunca li a maioria. Farei uma listinha, começar desde o inicio....

  Era uma vez uma menina que estava sem grana, sem livros, sem ter o que ler. Dai ela resolveu ir numa livraria perto de casa e voltou com dois livrinhos novos. Enfim, uns tempos atrás, comprei "O jogador número 1" (Ernest Cline, editora Leya BR). Comprei por indicação do Hugo, que me passou esse video comentando sobre o livro. Eu adorei o livro! Li muito rápido e fiquei doida com a história, indiquei para mil pessoas. Descobri que em breve farão o filme, fiquei toda feliz, nhya. Medo de puxarem o filme para altos romances, mas a história em si é muito boa, vou ficar boladérrima se o filme estragar, rly.

 Junto com ele, comprei também "Memórias póstumas de Brás Cubas" ( Super clássico de Machado de Assis. ). Confesso que a história é um saco, mas eu esperava isso. Não por ser literatura nacional ou por ser um livro antigo, mas o narrador tem mania de lembrar que ele não tem nada pra fazer depois da morte, então enrola muito, escreve com a maior calma. A história é chatinha e massante, mas "filtrando" toda a enrolação e puxando só o enredo principal, é interessante sim.

 Nesse meio tempo, eu peguei o primeiro livro da série "Ranger - Ordem dos Arqueiros" ( John Flanangan, Editora fundamento ), e só comecei a ler depois de terminar Memórias póstumas. Demorei um pouquinho até começar a ler e acabei comprando mais livros depois que comecei a ler Ranger.
  Me envolvi com a história, quero comprar todos os outros, mas cadê tempo para ler? A fominha aqui esqueceu que deu de presente de natal pro namorado os livros de "As crônicas de Gelo e Fogo" (George R.R. Martin, editora LeYa BR. ). Sempre quis ler, porque gosto muito de toda a história. Acompanho a série, li o inicio da light novel e vivo procurando spoilers e lendo um pouquinho a mais sobre os personagens. Depois que ele leu o primeiro livro, pedi emprestado e foi ai que começou a minha luta contra o tempo.

 Como eu não pretendia começar a ler os livros do namorado, eu já havia encomendado alguns novos para mim. Só de curiosidade eu comprei o primeiro livro de Monster High (Lisi Harrion, ID Editora ) e também "Entrevista com vampiro", ( Anne Rice, editora Rocco ). Já pensava em comprar ambos a muito tempo, e como recebi uma grana extra acabei encomendando.
 Então, como disse, comecei a ler o livro um das crônicas: "A guerra dos tronos" e sinto como se o livro não fosse acabar nunca. Comecei o curso de moda, tenho que fazer altos trabalhos de desenho e tals, o que me deixa com pouquíssimo tempo para ler.

 Mas a olho grande aqui ainda marcou de ir na livraria cultura no último final de semana, yeah. Sabendo que já tenho dois livros me esperando assim que eu terminar o que estou lendo atualmente, eu ainda comprei outro livro de poesias ( Dessa vez, "Toda poesia", de Paulo Leminski. ♥ ), um livro de história da moda e o segundo livro da série de Ranger, dessa vez, "Ponte em Chamas".
Meu irmão comprou "A Marca de Atena" ( Rick Riordan, editora Intrinseca ) porque já leu todos da série e estava louco para comprar o último. Isso é quase que um incentivo para me obrigar a ler todos também, mas eu juro que nem vou pegar no primeiro da série, porque se eu gostar vou ficar com vontade de ler todos e mal tenho tempo para os que já quero ler.

 Conclusão, agora tenho uma fila gigantesca: Entrevista com o vampiro, Monster High #1, Ranger #2 e mais os 4 livros de As crônicas de Gelo e Fogo.
 Entendem agora porque eu reclamo tanto de comprar livros? Sou muito olho grande, confesso. HUSHUIAHUSIHAHSUA